Com crise econômica, protestos maiores são organizados e greve pode acontecer no Brasil

Com dois protestos maiores sendo organizados, um para dia 17/05 em todo o Brasil e outro para dia 27/05 em Brasília, milhares de comunidades no facebook cogitam a organização imediata de uma greve geral visando...

FOLHACENTROSUL.COM.BR

Chefe do mensalão

Publicado: 02 de abril de 2015 às 14:38 - Atualizado às 14:41

Mensalão: Valério revela detalhes e MP investigará ex-presidente

fonte: http://www.diariodopoder.com.br/noticia.php?i=29548555814

Segunda, 09 de Março de 2015 - 07:00

Pronunciamento de Dilma em rede nacional causa vaias e buzinaços em 12 capitais do país

Dilma fala em cadeia de rádio e TV no Dia Internacional da Mulher - 08/03/2015

O pronunciamento da presidente Dilma Roussef (PT), em rede nacional de rádio e televisão, por ocasião do Dia Internacional da Mulher, neste domingo (8), causou reações negativas em algumas capitais do país. Durante a fala da petista, que durou cerca de 15 minutos, houve o registro de vaias em residências  e motoristas fazendo buzinaços em cidades como São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba e Salvador. Vídeos publicados na internet mostram a ação da população xingando e batendo panelas, em reprovação ao discurso da presidente. Em meio aos gritos é possível ouvir palavras de ordem como "Fora, Dilma!" e "Fora, PT!". Nas redes sociais, a "ONG Brazil No Corrupt" organizou a manifestação contra a presidente durante seu pronunciamento em rede nacional. "Chame seus amigos da escola, os brothers do bar, os vizinhos o condomínio. Pisque as luzes de sua casa e vamos vaiar muito durante o pronunciamento. Filme com seu celular ou câmera e divulgue", diz um texto publicado no Twitter horas antes da fala de Dilma no rádio e na TV. O perfil autor do post também organiza atos programados para o próximo domingo (15) , em diversas cidades do país, para pedir o impeachment da presidente. No pronunciamento, Dilma defendeu os ajustes fiscais adotados por sua equipe ecnonômica e pediu o apoio da população e do Congresso para a implantação das medidas. Confira trecho do protesto realizado:

Protestos no Rio Manifestantes se reúnem na orla de Copacabana, no Rio

Contra o governo Manifestação tranquila em Brasília reúne 25 mil pessoas

Manifestantes no Ceará Protesto no Ceará ocupa praça no bairro da Aldeota

Protesto reúne manifestantes em grande avenida em Recife

Enquanto Dilma nega realidade na TV, Brasil protesta

Enquanto presidente usa pronunciamento de rádio e TV para se explicar sobre crise econômica, brasileiros vão às ruas e promovem panelaço contra discurso de tom eleitoral em São Paulo, Rio, Brasília e Belo Horizonte

08/03/2015 às 21:20 - Atualizado em 08/03/2015 às 23:53

Dilma fala em cadeia de rádio e TV no Dia Internacional da Mulher - 08/03/2015

Dilma fala em cadeia de rádio e TV no Dia Internacional da Mulher - 08/03/2015(Reprodução/VEJA)

Em meio à maior crise política do Brasil desde o escândalo do mensalão, a presidente Dilma Rousseff recorreu na noite deste domingo a um pronunciamento em cadeia nacional de televisão para dizer o que muitos brasileiros demonstraram não ter mais paciência para ouvir. Nas ruas dos maiores Estados do país - São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, além de Brasília - e nas redes sociais, a população protestou enquanto a petista falava na TV com 'buzinaço', críticas e gritos pedindo sua saída do cargo. Foi um "aperitivo" do que o país deverá vivenciar no próximo dia 15 de março, quando estão agendados protestos nas cinco regiões contra a presidente.

Com raras aparições desde que foi reeleita na mais acirrada disputa presidencial desde a redemocratização do país, Dilma usou uma data internacional - Dia da Mulher - para ir à TV. Mas, como tem feito desde 2014, aproveitou para transformar o espaço num palanque eleitoral fora de época e usar os 16 minutos na tela se defender do lamaçal de denúncias que atinge o Palácio do Planalto, o PT e os partidos satélites da coalizão governista, agravados com a chegada da crise do petrolão à classe política.

Reação ao pronunciamento de Dilma na TV

País rejeita explicações da presidente para crise econômica e política

Leia mais:

'Brasileiros sabem com quem estão irritados', diz Aécio

Foi a o primeiro pronunciamento de Dilma Rousseff em cadeia de rádio e televisão em seu novo mandato. Alheia à gravidade das crises econômica e política que atingem seu governo, Dilma mencionou o ajuste fiscal proposto pelo governo e o maior propinoduto da história brasileira, que sangrou a Petrobras. Ainda ecoando o discurso eleitoral contra os "pessimistas" - embora os protestos nas ruas e nas redes sociais não tenham sido organizados por nenhum partido --, a presidente afirmou: "Se toda vez que enfrentamos uma dificuldade pensarmos que o mundo está acabando ou que precisamos começar tudo do zero, só faremos aumentar nossos problemas", disse.

Ao tratar da corrupção, a presidente falou de "fortalecimento moral e ético" e tentou vender a imagem de que seu governo é responsável pelas investigações. "É isso, por exemplo, que vem acontecendo na apuração ampla, livre e rigorosa dos episódios lamentáveis contra a Petrobras".

Quando defendeu o ajuste fiscal adotado para resolver problema que ela mesma criou, Dilma afirmou que é preciso paciência e prometeu que "um tempo melhor" chegará em breve: "O esforço fiscal não é um fim em sim mesmo, é apenas a travessia para um tempo melhor que vai chegar rápido e de forma ainda mais duradoura".

Ciente da revolta que gerou os reajustes na conta de luz e a volta da inflação, Dilma disse que a população tem o "direito de se irritar", mas que o "aumento e o sacrifício" são "temporários". "Peço paciência e compreensão porque essa situação é passageira."

Dilma também reservou espaço para dar sua contribuição à chamada "batalha da Comunicação", encampando a campanha bolivariana do Partido dos Trabalhadores contra a imprensa livre. Ela criticou os jornais e tentou dar sua versão dos fatos, ainda que elas sejam reeditadas da campanha de 2014. A presidente disparou frases como "os noticiários confundem mais que esclarecem" e disse que o país "nem de longe está vivendo uma crise na dimensão que dizem alguns". Segundo Dilma, as críticas ao governo são "injustas e desmesuradas". Nas redes sociais, o Planalto e o PT, que já haviam detectado a organização do "Fora Dilma", convocaram uma reação para tentar abafar o clamor popular.

Para justificar o ajuste fiscal, ela afirmou que o Brasil agora começa uma segunda etapa de combate à crise econômica mundial, mais uma vez resgatando o argumento de que esta foi a pior da história depois da quebra da Bolsa de Nova York, em 1929. Ela se referia à crise de 2008 e retomou uma escusa que pouco explica: "Não havia como prever que a crise internacional demoraria tanto".

A presidente citou medidas como a redução de subsídios ao crédito, desoneração de impostos dentro dos limites suportáveis e novas concessões e parceiras com o setor privado. Disse que o governo federal projeta uma "primeira reação" no segundo semestre deste ano, mas avisou: "Esse processo vai durar o tempo que for necessário para reequilibrar a nossa economia."

Em mais uma afirmação descolada da realidade, Dilma jurou respeitar promessas que já descumpriu. "Não vamos trair nossos compromissos com os trabalhadores e com a classe média nem deixar que desapareçam suas conquistas e seus direitos".

O fim do discurso, em um tom emocional e com uma trilha sonora musical de fundo, a presidente pregou o otimismo: "O Brasil é maior do que tudo isso e já mostrou muitas vezes ao mundo como fazer melhor e diferente".

Tuíte do Movimento Brasil no Corrupt contra Dilma, feito durante pronunciamento da presidente no rádio e na TV em 8 de março

Tuíte do Movimento Brasil no Corrupt contra Dilma, feito durante pronunciamento da presidente no rádio e na TV em 8 de março(VEJA.com/VEJA)

Leia a íntegra do pronunciamento da presidente no Dia Internacional da Mulher

Meus queridos brasileiros, e, muito especialmente, minhas queridas brasileiras.

Hoje é o Dia Internacional da Mulher. Falar com vocês mulheres - minhas amigas e minhas iguais - é falar com o coração e a alma da nossa grande nação. Ninguém melhor do que uma mãe, uma dona de casa, uma trabalhadora, uma empresária, é capaz de sentir, em profundidade, o momento que um país vive.

Mas todos sabemos que há um longo caminho entre sentir e entender plenamente. É preciso, sempre, compartilharmos nossa visão dos fatos. Os noticiários são úteis, mas nem sempre são suficientes. Muitas vezes até nos confundem mais do que nos esclarecem. As conversas em casa, e no trabalho, também precisam ser completadas por dados que nem sempre estão ao alcance de todas e de todos.

Por isso, eu peço que você - e sua família - me ouçam com atenção. Tenho informações e reflexões importantes que se compartilhadas vão ajudá-los a entender melhor o momento que passamos. E a renovar a fé e a esperança no Brasil! É uma boa hora para que eu tenha uma conversa, mais calma e mais íntima, com cada família brasileira - e faça isso com a alma de uma mulher que ama seu povo, ama seu país e ama sua família.

Vamos começar pelo mais importante: o Brasil passa por um momento diferente do que vivemos nos últimos anos. Mas nem de longe está vivendo uma crise nas dimensões que dizem alguns. Passamos por problemas conjunturais, mas nossos fundamentos continuam sólidos. Muito diferente daquelas crises do passado que quebravam e paralisavam o país.

Nosso povo está protegido naquilo que é mais importante: sua capacidade de produzir, ganhar sua renda e de proteger sua família. As dificuldades que existem - e as medidas que estamos tomando para superá-las - não irão comprometer as suas conquistas. Tampouco irão fazer o Brasil parar ou comprometer nosso futuro.

A questão central é a seguinte: estamos na segunda etapa do combate à mais grave crise internacional desde a grande depressão de 1929. E, nesta segunda etapa, estamos tendo que usar armas diferentes e mais duras daquelas que usamos no primeiro momento.

Como o mundo mudou, o Brasil mudou e as circunstâncias mudaram, tivemos, também, de mudar a forma de enfrentar os problemas. As circunstâncias mudaram porque além de certos problemas terem se agravado - no Brasil e em grande parte do mundo -, há ainda a coincidência de estarmos enfrentando a maior seca da nossa história, no Sudeste e no Nordeste.

Entre muitos efeitos graves, esta seca tem trazido aumentos temporários no custo da energia e de alguns alimentos. Tudo isso, eu sei, traz reflexos na sua vida. Você tem todo direito de se irritar e de se preocupar. Mas lhe peço paciência e compreensão porque esta situação é passageira. O Brasil tem todas as condições de vencer estes problemas temporários - e esta vitória será ainda mais rápida se todos nós nos unirmos neste enfrentamento.

Peço a vocês que nos unamos e que confiem na condução deste processo pelo governo, pelo Congresso, e por todas as forças vivas do nosso país - e uma delas é você!

Queremos e sabemos como fazer isso, distribuindo os esforços de maneira justa e suportável para todos. Como sempre, protegendo de forma especial as classes trabalhadoras, as classes médias e os setores mais vulneráveis.Temos compromissos profundos com o futuro do país e vamos continuar cumprindo, de forma inabalável, estes compromissos.

Minhas amigas e meus amigos,

A crise afetou severamente grandes economias, como os Estados Unidos, a União Europeia e o Japão. Até mesmo a China, a economia mais dinâmica do planeta, reduziu seu crescimento à metade de suas médias históricas recentes. Alguns países estão conseguindo se recuperar mais cedo.

O Brasil, que foi um dos países que melhor reagiu em um primeiro momento, está agora implantando as bases para enfrentar a crise e dar um novo salto no seu desenvolvimento. Nos seis primeiros anos da crise, crescemos 19,9%, enquanto a economia dos países da Zona do Euro, caiu 1,7%.

Pela primeira vez na história, o Brasil ao enfrentar uma crise econômica internacional não sofreu uma quebra financeira e cambial. O mais importante: enquanto nos outros países havia demissões em massa, nós aqui preservamos e aumentamos o emprego e o salário. Se conseguimos essas vitórias antes, temos tudo para conseguir novas vitórias outra vez. Inclusive, porque decidimos, corajosamente, mudar de método e buscar soluções mais adequadas ao atual momento. Mesmo que isso signifique alguns sacrifícios temporários para todos e críticas injustas e desmesuradas ao governo.

Na tentativa correta de defender a população, o governo absorveu, até o ano passado, todos os efeitos negativos da crise. Ou seja: usou o seu orçamento para proteger integralmente o crescimento, o emprego e a renda das pessoas. Realizamos elevadas reduções de impostos para estimular a economia e garantir empregos. Ampliamos os investimentos públicos para dinamizar setores econômicos estratégicos. Mas não havia como prever que a crise internacional duraria tanto. E, ainda por cima, seria acompanhada de uma grave crise climática. Absorvemos a carga negativa até onde podíamos e agora temos que dividir parte deste esforço com todos os setores da sociedade.

É por isso que estamos fazendo correções e ajustes na economia. Não é a primeira vez que o Brasil passa por isso. Em 2003, no início do governo Lula, tivemos que tomar medidas corretivas. Depois tudo se normalizou e o Brasil cresceu como poucas vezes na história. São medidas para sanear as nossas contas e, assim, dar continuidade ao processo de crescimento com distribuição de renda, de modo mais seguro, mais rápido e mais sustentável.

Você que é dona de casa ou pai de família sabe disso. Às vezes temos de controlar mais os gastos para evitar que o nosso orçamento saia do controle. Para garantir melhor nosso futuro. Isso faz parte do dia a dia das famílias e das empresas. E de países também. Mas estamos fazendo de forma realista e da maneira mais justa, transparente e equilibrada possível. As medidas estão sendo aplicadas de forma que as pessoas, as empresas e a economia as suportem. Como é preciso ter equidade, cada um tem que fazer a sua parte. Mas de acordo com as suas condições.

Foi por isso, que começamos cortando os gastos do governo, sem afetar fortemente os investimentos prioritários e os programas sociais. Revisamos certas distorções em alguns benefícios, preservando os direitos sagrados dos trabalhadores. E estamos implantando medidas que reduzem, parcialmente, os subsídios no crédito e também as desonerações nos impostos, dentro de limites suportáveis pelo setor produtivo.

Estamos fazendo tudo com equilíbrio, de forma que tenhamos o máximo possível de correção com o mínimo possível de sacrifício. Este processo vai durar o tempo que for necessário para reequilibrar a nossa economia. Como temos fundamentos sólidos e as dificuldades são conjunturais, esperamos uma primeira reação já no final do segundo semestre deste ano.

Mais importante, no entanto, do que a duração destas medidas será a longa duração dos seus resultados e dos seus benefícios. Que devem ser perenes no combate à inflação e na garantia do emprego. Que devem ser permanentes na melhoria da saúde, da educação e da segurança pública.

As medidas serão suportáveis porque além de sermos um governo que se preocupa com a população, temos hoje um povo mais forte do que nunca. O Brasil tem hoje mais qualificação profissional, mais infraestrutura, mais oportunidades de estudar e mais empreendedores. Somos a 7a economia do mundo. Temos 371 bilhões de dólares de reservas internacionais. 36 milhões de pessoas saíram da miséria e 44 milhões foram para a classe media. Quase dez milhões de brasileiras e brasileiros são hoje micro e pequenos empreendedores. E continuamos com os melhores níveis de emprego e salário da nossa história.

Minhas amigas e meus amigos,

O que tenho de mais importante a garantir, hoje, vou resumir agora.

Primeiro: o esforço fiscal não é um fim em si mesmo. É apenas a travessia para um tempo melhor, que vai chegar rápido e de forma ainda mais duradoura.

Segundo: não vamos trair nossos compromissos com os trabalhadores e com a classe média, nem deixar que desapareçam suas conquistas e seus direitos.

Terceiro: não estamos tomando estas medidas para voltarmos a ser iguais ao que já fomos. Mas, sim, para sermos muito melhores.

Quarto: durante o tempo que elas durarem, o país não vai parar. Ao contrário, vamos continuar trabalhando, produzindo, investindo e melhorando.

As coisas vão continuar acontecendo. Junto com as novas medidas, estamos mantendo e melhorando os nossos programas. Entregando grandes obras. Nossas rodovias e ferrovias, nossos portos e aeroportos continuarão sendo melhorados e ampliados.

Para isso, vamos fazer, ainda este ano, novas concessões e firmar novas parcerias com o setor privado. Incluímos - e vamos continuar incluindo - milhões e milhões de brasileiros. Mas agora a inclusão tem que se dar, sobretudo, pelo acesso a melhores oportunidades e a serviços públicos de maior qualidade.

Este esforço tem que ser visto como mais um tijolo, no grande processo de construção do novo Brasil. Esta construção não é só física, mas também espiritual. De fortalecimento moral e ético.

Com coragem e até sofrimento, o Brasil tem aprendido a praticar a justiça social em favor dos mais pobres, como também aplicar duramente a mão da justiça contra os corruptos. É isso, por exemplo, que vem acontecendo na apuração ampla, livre e rigorosa nos episódios lamentáveis contra a Petrobras.

Minhas amigas mulheres homenageadas neste dia,

Por último, quero anunciar um novo passo no fortalecimento da justiça, em favor de nós, mulheres brasileiras. Vou sancionar, amanhã, a Lei do Feminicídio que transforma em crime hediondo, o assassinato de mulheres decorrente de violência doméstica ou de discriminação de gênero. Com isso, este odioso crime terá penas bem mais duras. Esta medida faz parte da política de tolerância zero em relação à violência contra a mulher brasileira.

Brasileiros e brasileiras,

É assim, com medidas concretas e corajosas, em todas as áreas, que vamos, juntos, melhorar o Brasil. É uma tarefa conjunta de toda sociedade, mulheres e homens. Tenho certeza que contará com a participação decisiva do Congresso Nacional, que sempre cumpriu com seu papel histórico nos momentos em que o Brasil precisou.

Temos que encarar as dificuldades em sua real dimensão e encontrar o melhor caminho de resolvê-las. Pois, se toda vez que enfrentarmos uma dificuldade pensarmos que o mundo está acabando - ou que precisamos começar tudo do zero - só faremos aumentar nossos problemas.

Precisamos transformar dificuldades em soluções. Problemas temporários em avanços permanentes.

O Brasil é maior do que tudo isso e já mostrou muitas vezes ao mundo como fazer melhor e diferente. Mais que nunca é hora de acreditar em nosso futuro. De sonhar. De ter fé e esperança.

Viva a mulher brasileira! Viva o povo brasileiro. Viva o Brasil!

Obrigada e boa noite.

   

     

 

Qual destes movimentos você tem mais simpatia?
Movimento Passe Fome da DILMA
Movimento Passe Fogo da Indonésia
Movimento Passe Lama nos Corruptos

 
 
 

radarnews.info

Já circula pelas redes sociais a divulgação da data de um novo protesto contra a presidente Dilma Rousseff (PT). A ONG Brazil No Corrupt que defende o impeachment da presidente, marcou uma nova manifestação para o dia 12 de abril, um domingo. Uma imagem com a frase "12/04 Vai ser maior", já circula por diversos grupos do WhatsApp, aplicativo de troca instantânea de mensagens. O objetivo do grupo é, novamente, realizar um ato de proporções nacionais...

quinta-feira, 2 de abril de 2015

14:21 \ Sem categoria

Lula encantado

Deputado federal em 2014

A missão é atacar Moro

Lula sempre simpatizou com Wadih Damous, desde os tempos do julgamento do mensalão (leia mais aqui), mas a obsessão em abrir uma vaga para ele na bancada petista na Câmara teve início no fim de fevereiro, no ato em defesa da Petrobras no Rio de Janeiro, aquele em que Lula conclamou o exército do MST.

Naquele dia, Damous discursou e defendeu que as delações premiadas equivaliam ao que se arrancava dos presos na ditadura, com a tortura – uma maluquice completa, mas a liberdade de expressão serve também para que se fale bobagem. Lula ficou encantado.

E pediu a Wadih que comece a preparar o arsenal para chegar à Câmara atacando a Lava-Jato e Sérgio Moro.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 31 de março de 2015

8:03 \ Partidos

Lula quer Wadih

Damous, um nome para defender o governo

Damous, defesa incondicional

Lula determinou ao PT que seja aberta uma vaga na Câmara dos Deputados para que Wadih Damous, ex-presidente da OAB do Rio de Janeiro, assuma uma vaga de suplente. Damous é o primeiro suplente do PT do Rio de Janeiro.

Lula vê em Damous a disposição de defender o governo sem medo, algo que, na avaliação dele, tem faltado à bancada petista – de fato, Damous foi dos primeiros petistas roxos a falar com mensalão com “A470″, que depois virou o nome de guerra dos governistas para definir os mensaleiros e suas mensalices, e é daqueles petistas capazes de acharem que o escândalo na Petrobras é resultado de desvios feitos por alguns funcionários.

A ideia é convencer Luiz Fernando Pezão a alocar Benedita da Silva em alguma secretaria do governo do estado.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

12:29 \ Brasil

Em busca de cargos

Deputado federal em 2014

Wadih: derrotado nas urnas em 2014

Petistas ligados a José Dirceu trabalham, com o aval do chefe, para emplacar o advogado Wadih Damous, candidato derrotado do partido a deputado federal pelo Rio de Janeiro em outubro, como o novo Secretario Nacional de Justiça.

A turma quer recompensar Damous por ter endossado a tese de Dirceu de que o julgamento do mensalão foi político, e de que o STF foi pressionado a condená-lo.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 8 de julho de 2013

12:22 \ Brasil

Em campanha

Dirceu: homenageado

Condenado por corrupção de outros crimes, José Dirceu foi homenageado num jantar na quinta-feira passada, no Rio de Janeiro, pelo presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB, WadihDamous.

Candidato a deputado federal pelo PT em 2014, Damous, quer o apoio de Dirceu – ainda que, se tudo correr conforme o previsto, Dirceu terá que ajudar Damous a ganhar votos a partir da prisão.

O presidente da OAB-RJ, Felipe Santa Cruz, foi convidado para o jantar, mas não compareceu.

Por Lauro Jardim

Representação contra Lula

Famosos postam vídeo no Instagram chamando para protesto no dia 15

12/03/2015 22h23 - Atualizado em 12/03/2015 23h16

Milhares de brasileiros são esperados nas ruas de algumas das principais cidades do país no próximo dia 15, contra o governo de Dilma Rousseff. O Vem Pra Rua está usando as redes sociais para mobilizar multidões de várias classes sociais, credos e ideologias políticas. Nesta quinta-feira (12) foi a vez dos artistas se manifestarem e chamarem seus seguidores. Os vídeos no Instagram estão sendo replicados por formadores de opinião. "Gente corajosa. Que não se omite . Essa é a elite branca (que pode ser negra, de olho puxado, mulata, cafuza ou mameluca) mas que tem o coração verde e amarelo", diz um dos posts.

Caio Castro, Marcelo Serrado, Alessandra Maestrini, Marcio Garcia, Malvino Salvador, Kadu Moliterno, entre tantos, gravaram seus protestos. 

Em São Paulo, Ronaldo Fenômeno confirmou presença e Wanessa Carmargo também. 

"Vocês que vão julgar. Dia 15 você pode começar a mudar essa situação. Se muitas pessoas têm medo de se posicionar, esses artista não. Chega de ser julgado como elite branca. Somos todos trabalhadores. Os burros que puxam as carroças para os incompetentes e ineficientes. Mas cada dia essas carroças estão mais pesadas. Os burros não vão aguentar mais", escreveu o empresário José Victor Oliva ao postar o vídeo de Marcelo Serrado.

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