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Prezados senhores,
de ordem do Excelentíssimo Corregedor-Geral do Ministério Público, informo que o procedimento MPRJ nº 2016.00152671, instaurado a partir do correio eletrônico abaixo, foi arquivado, considerando a inexistência de descumprimento de dever funcional ou infração disciplinar na atuação de membro do Ministério Público, que possa ensejar atuação desta Corregedoria-Geral.
Ressalto, entretanto, que cópia integral do procedimento foi encaminhada à Corregedoria Geral da Justiça para ciência e adoção das medidas que entender cabíveis.
Atenciosamente,
Andréa Frade - Mat. 7108
Corregedoria-Geral do Ministério Público - Núcleo de Atividades Correicionais 
Av. Marechal Câmara, nº 271 / 9º andar, Centro, Rio de Janeiro - RJ
CEP 20.020-080   Tel. 2550-9039   E-mail cgmp@mprj.mp.br

 

Reportagem do Dia 09/11/2015 - Deus é justo e gosta da verdade!
Lei exige que defensor público apresente procuração
O defensor público deve juntar procuração judicial nos casos em que a lei exigir poderes especiais. Tal previsão é expressa nos artigos 44, XI, 89, XI, e 128,…

Orientações do serventuário antes da audiência
Neste site não existe crime contra a honra. As gravações somente desagradam àqueles que desejam ocultar a verdade. Que requerem processamento dos autos sob segredo de justiça, requerimento que logo abaixo a MM Dra Juíza Maria Aparecida Silveira de Abreu indeferiu. Nem mesmo a MM Dra Juíza Cláudia Márcia Gonçalves Vidal se importou de estar sendo gravada, somente solicitou a preservação de sua imagem devido à relevância do cargo a que ocupa. Ouça as gravações até o final e tire suas próprias conclusões. Faça um exame total deste site e busque ver onde reside o desejo de incriminar esta ONG.

Eduardo Paes fica irritado

com atendimento ao filho no Lourenço Jorge

Por: Berenice Seara em 14/03/16 10:02

Orefeito Eduardo Paes passa a mão no rosto após visita ao hospital Lourenço Jorge na Barra

O prefeito Eduardo Paes passa a mão no rosto após visita ao hospital Lourenço Jorge na Barra Foto: Hipólito Pereira / Agência O Globo (Foto de arquivo)

O prefeito Eduardo Paes viveu neste domingo (13) seu dia de via crúcis.

Seu filho, Bernardo, de 11 anos, caiu, ao disputar uma partida de hóquei. Sentia dores.

A mãe, Cristine, levou o menino a um hospital particular. Paes chegou depois. Quando viu a fila, sentenciou: emergência é coisa de hospital público.

E rumou para o Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca.

Lá, a situação parecia sob controle. Parecia. Na hora do atendimento, um estresse com a doutora levou-o a concluir o que a maioria dos brasileiros já sabe: atendimento médico, de qualidade, por aqui, prefeito, anda difícil...

Médica que atendeu filho de Eduardo Paes está traumatizada, diz sindicato

Já chateado, Paes saiu do consultório e foi até a triagem, conversar com os outros pacientes.

Ouviu da turma que o que ele via ainda estava bom — tudo começou a ser agilizado quando ele, prefeito, chegou ao hospital. O normal é ainda pior.

Providências

Paes convocou, para esta segunda-feira (14), uma reunião com o secretário de Saúde, Daniel Soranz. Quer implantar medidas que tragam mudanças na cultura de atendimento aos pacientes.

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/extra-extra/eduardo-paes-fica-irritado-com-atendimento-ao-filho-no-lourenco-jorge-18869950.html#ixzz4B5ngQlJW

LULA ADOTOU A IMORALIDADE COMO ESTILO DE VIDA, INFLUENCIANDO PESSOAS DE CARÁTER DUVIDOSO, AFETANDO ASSIM, TODA UMA SOCIEDADE.

Diario Popular

Multitudinaria marcha contra Dilma en Brasil

Miles de brasileños exigieron este domingo en las calles de Brasilia y otras ciudades del país la salida del gobierno de la presidenta, hartos de la corrupción y la crisis económica y política que sacude al país.

Multitudinaria marcha contra Dilma en Brasil

Vestidos con la camiseta verdeamarela de la selección nacional de fútbol y levantando pancartas que leían "Fuera Dilma" y "No a la corrupción", unas dos mil personas se congregaron en la explanada de los ministerios de la capital brasileña para marchar hacia el Congreso.

Protestas similares comenzaron también en otras ciudades de los estados de Alagoas, Minas Gerais, Pernambuco y Bahia.

Los manifestantes piden la renuncia o el "impeachment" (destitución tras juicio político en el Congreso) de la mandataria de izquierda de 64 años que comenzó su segundo mandato recién en enero pasado.

La popularidad de Rousseff ha caído a cifras de un dígito tras cuatro años de frágil o nulo crecimiento económico y un megaescándalo de corrupción en la estatal Petrobras que ha salpicado a su Partido de los Trabajadores, en el poder hace más de 12 años, así como a otros partidos de la coalición de gobierno.

La policía espera que la manifestación en Brasilia atraiga a unas 25.000 personas, mientras los organizadores aguardan unas 100.000. Grandes marchas están previstas en Sao Paulo, Rio de Janeiro -sede de los Juegos Olímpicos de 2016, y donde se disputa este domingo el evento test olímpico de ciclismo de pista- y otras 200 ciudades del país.

"Vamos a marchar hasta el fin. Hasta que la presidente salga del gobierno. Tiene que irse definitivamente y dejar este país en paz y libre de esa mafia del PT", dijo a la AFP Patricia Soares, una funcionaria pública de 43 años que marchaba en Brasilia.

"Estamos en la calle para mostrar nuestra indignación, nuestra insatisfacción por el escenario político y económico del país y con la corrupción del gobierno", sostuvo por su lado Luana Alves, una funcionaria judicial de 38 años, también en la capital brasileña.

En abril pasado, 600.000 personas marcharon en todo Brasil contra el gobierno de Rousseff, y lo mismo ocurrió en marzo, cuando los manifestantes superaron el millón.

Quem são e o que dizem

Comunidade de oposição ao governo e que apoiam as manifestçoes do dia 16. Reúne perfis de blogueiros e colunistas ligados à Revista VEJA como BlogDoPim, ReinaldoAzevedo, colunistas e blogueiros de jornais da midia tradicional como BlogdoNoblat, políticos da oposição como SenadorCaiado e simpatizantes de partidos de oposição como no caso do perfil br45ilnocorrupt.

As mensagens que obtiveram maior destaque fazem críticas pessoais à presidenta Dilma e à Políticas Públicas de seu governo, acusando-as de populista, assistencialista, sempre de forma pejorativa. Defendendo a tese de impeachment, convocam para “panelaços” e para as manifestações públicas do dia 16 de agosto.

Representa 26,01% dos compartilhamentos mapeados no período.

Principal publicação

Destaques

@Estadao: “Juristas apoiam manifesto pedindo renúncia de Dilma http://oesta.do/1P4pe85″ (235 RTs e 200 curtidas)

@SenadorCaiado: “A entrevista de Dilma no SBT serviu apenas para “dobrar a meta” de participantes dos protestos de domingo.” (253 RTs e 249 curtidas)

@LuanaDaTV: “A dignidade do brasileiro vale muito mais q Bolsa Família! Dilma é manipuladora, mas o Brasil tá acordando! Quem apoia o IMPEACHMENT dá RT!” (185 RTs e 139 curtidas)

@br45ilnocorrupt: “Tuitaço #PanelaçoNaRua AGORA @lobaoeletrico cantou #DilmaBandida pelo #ForaDilma #ForaPT doe http://justcoz.org/brazilnocorrupt (42 RTs e 26 curtidas)

@Ary_AntiPT: “16 de Agosto vem ai e  Dilma vai cai!!! Malvino Salvador te convida para vir para ruas dia 16/08.   #ForaDilma” (138 RTs e 92 curtidas)

Reinaldo Azevedo

27.mai.2015 - Participantes da Marcha pela Liberdade, caminham na Esplanada dos Ministérios, em direção ao Congresso Nacional

O MBL (Movimento Brasil Livre), entidade civil criada em 2014 para combater a corrupção e lutar pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), recebeu apoio financeiro, como impressão de panfletos e uso de carros de som, de partidos políticos como o PMDB e o Solidariedade. Quando fundado, o movimento se definia como apartidário e sem ligações financeiras com siglas políticas. Em suas páginas em redes sociais, fazia campanhas permanentes para receber ajuda financeira das pessoas, sem ligação com partidos.

Em uma gravação de fevereiro de 2016 a que o UOL teve acesso, Renan Antônio Ferreira dos Santos, um dos três coordenadores nacionais do MBL, diz em mensagem a um colega do MBL que tinha fechado com partidos políticos para divulgar os protestos do dia 13 de março usando as "máquinas deles também".

Renan diz ainda que o MBL seria o único grupo que realmente estava "fazendo a diferença" na luta em favor do impeachment de Dilma Rousseff. 

RENAN SANTOS FALA SOBRE A LIGAÇÃO DO MBL COM PARTIDOS POLÍTICOS

Em nota enviada ao UOL, Renan Santos confirmou a autenticidade do áudio e informou que o comitê do impeachment contava com lideranças de vários partidos, entre eles, DEM, PSDB,  SD e PMDB.

"As manifestações não são do MBL. 13 de Março pertence a todos os brasileiros, e nada mais natural que os partidos de oposição fossem convidados a usar suas redes de divulgação e militância para divulgar a data. Não houve nenhuma ajuda direcionada ao MBL. Pedimos apenas que divulgassem com toda energia possível. Creio que todos o fizeram", informa nota do MBL.

O movimento negociou também com a Juventude do PSDB ajuda financeira a suas caravanas, como pagamento de lanches e aluguel de ônibus, e teria tido apoio da "máquina partidária" do DEM.

Os coordenadores do movimento, porém, negociaram e pediram ajuda a partidos pelo menos a partir deste ano. Atualmente, o MBL continua com as campanhas de arrecadação nos seus canais de comunicação, mas se define como "suprapartidário". Aliás, a contribuição financeira concedida é vinculada ao grau de participação do doador com o movimento. A partir de R$ 30, o novo integrante pode ter direito a votos.

Já os partidos políticos que teriam contribuído com o MBL têm versões distintas para explicar o caráter e a forma desses apoios, chegando em alguns casos a negá-los. Conheça cada caso.

 

PMDB e os panfletos

Arquivo Pessoal/reprodução Facebook

O PMDB teria custeado a impressão de panfletos para o MBL divulgar as manifestações pró-impeachment ocorridas pelo país no último dia 13 de março. O presidente da Juventude do PMDB, Bruno Júlio, informou ao UOLque solicitou ao presidente da Fundação Ulysses Guimarães, Moreira Franco, que custeasse R$ 20 mil em panfletos de divulgação dos atos, com a inscrição "Esse impeachment é meu". A assessoria de Moreira Franco nega.
 
O dirigente da JPMDB afirma que o material foi pago pelo partido e entregue ao MBL, que distribuiu para suas sedes regionais e espalhou por todo o país. "O MBL auxiliou na logística, distribuindo os panfletos e colando cartazes, mas a Fundação Ulysses Guimarães pagou porque se tratava de uma campanha nossa, da Juventude do PMDB, que nós encampamos", explica.
 
O lema "Esse impeachment é meu", no entanto, pertence ao MBL, que estampou a frase em camisetas, faixas e cartazes, além de tê-lo utilizado em discursos e vídeos gravados por suas lideranças.
 
Procurada, a assessoria do atual secretário-executivo do PPI (Programa de Parcerias e Investimentos) do governo interino, Moreira Franco, disse, no primeiro momento, que o ex-ministro da Aviação Civil do governo Dilma não se recordava se teria pago ou não pela impressão. Posteriormente, negou que o pagamento tenha ocorrido e afirmou que nem Moreira Franco nem o PMDB jamais trabalharam em parceria com o MBL. 
 
Questionado sobre o apoio, o MBL não confirmou o custeio dos panfletos, disse apenas que o PMDB fazia parte da comissão pró-impeachment.
 

Solidariedade e DEM

A assessoria de imprensa do Solidariedade confirmou a parceria em nota ao UOL: "O apoio do Solidariedade ao MBL foi com a convocação da militância para as manifestações do impeachment, carro de som nos eventos e divulgação dos atos em nossas redes."
 
Já o DEM informou que atuou em conjunto com o MBL, mas negou qualquer tipo de ajuda financeira ou apoio material ao movimento. "O Democratas se uniu aos movimentos de rua em favor do impeachment. Não houve nenhum tipo de apoio financeiro, apenas uma união de forças com os movimentos de rua, dentre eles o MBL", disse o partido.
 

PSDB

MBL e os partidos: da esquerda para a direita, Bráulio Moraes, da Juventude do DEM, Fernando Holiday, do MBL, Victor Vilela Pupupim, da Juventude do PSDB, e Alexandre Neves, da Juventude do Democratas
Em gravação feita no dia 5 deste mês a que o UOL teve acesso, o secretário de Mobilização da Juventude do PSDB do Rio de Janeiro, Ygor Oliveira, dá detalhes a seus colegas de partido sobre uma "parceria com o MBL" para financiar uma manifestação que veio a ocorrer no dia 11 de maio, em Brasília, durante a votação no Senado que resultou no afastamento de Dilma Rousseff da Presidência da República.
 
Ouça a gravação.
 

YGOR OLIVEIRA, DA JUVENTUDE DO PSDB-RJ, FALA DE PARCERIA COM MBL

Oliveira confirmou ao UOL a autenticidade da mensagem, mas disse que a "parceria" acabou por não se concretizar. "Isso foi um rascunho de uma parceria, que acabou não dando certo", afirmou.

Ele disse também que essa fora a primeira iniciativa conjunta entre a Juventude do PSDB e o MBL, e que não pretende realizar outras: "Foi o primeiro projeto conjunto (de financiar a viagem de manifestantes a Brasília), e por ora não existe nenhuma outra iniciativa em vista."

Procurado pela reportagem, o MBL confirmou a "aproximação ao PSDB", mas não informou se a parceria com o partido para pagar o lanche e o transporte de manifestantes no dia 11 de maio efetivamente se concretizou.

Em nota, Renan Santos, coordenador nacional do movimento e filiado ao PSDB entre os anos 2010 e 2015, afirmou que "o MBL não criminaliza a política nem os políticos. A aproximação com as lideranças (políticas) foi fundamental para pavimentar o caminho do impeachment."

 
 
 

Stats

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09/06/2016 11h26 - Atualizado em 09/06/2016 14h25

Machado afirmou que captou dinheiro para Jandira Feghali, diz jornal

Ele fez a revelação na delação premiada, segundo colunista de 'O Globo'.
Deputada do PCdoB nega irregularidade em verba da campanha.

Do G1, em Brasília

Manifestantes de más de 100 ciudades de Brasil realizan protestas contra el  gobierno de Dilma Rousseff. 

En la capital Brasilia la convocatoria hecha en la Explanada de los Ministerios, alcanzó a las 100.000 personas, aunque los organizadores duplican esa cantidad.

En B Horizonte se estima unos 30 mil manifestantes; en Maceió alcanza los 25 mil y en Salvador, los 20 mil.

En Río de Janeiro, la protesta se lleva a cabo en la playa de Copacabana. Los organizadores estiman unas 200.000 personas, aunque no hay cifras oficiales. También hay manifestaciones en ciudades como Fortaleza, San Luis, Maceió, Recife y Belem.

En Sao Paulo, unos 135 mil manifestantes se desplazaron por la avenida paulista.

En todos los casos, los manifestantes piden la destitución de la presidenta Dilma Rousseff

CARTA ABERTA PARA CAETANO, GIL E CHICO

Caros amigos , Decidi escrever uma carta aberta a vocês por inúmeros motivos, mas confesso que dentre todos esses tais motivos que me moveram ,estava lá ,para minha surpresa, no fundo do meu peito a me gritar, o maior e mais importante deles todos: O meu amor por vocês. Não poderia haver momento mais emblemático, um domingo de Páscoa , me permitir( não sem alguma resistência) ser flagrado em minhas próprias contradições. Pois bem: na madrugada de hoje ,tomei fôlego e sintonizei o programa do Serginho Groissmann no intuito(um tanto beligerante) de verificar as declarações do Caetano que vazaram na imprensa sobre as passeatas, a situação política etc e tal, imaginando colher não somente o que foi dito, mas como foi dito ,gesticulado e contextualizado. Até então, o clima era de afiar unhas e dentes. Contudo, algo muito possante tomou conta de mim, uma força estranha foi me conduzindo para áreas da minha memória afetiva e quando dei por mim, estava lá eu olhando para a TV inundado de carinho e amor , com um enorme sentimento de parentesco por aquelas duas figuras( Caetano e Gil) que há tantos anos venho me digladiando e divergindo. Essa tal força estranha também dragou uma outra figura, na tela ausente, para a ribalta do meu coração, o Chico . E a partir daquele instante me vi numa tremenda sinuca de bico: Se estou eu, lutando pela verdade dos fatos, por alguma razoabilidade nos gestos, por justiça, honestidade intelectual, tolerância e entendimento, cabe a mim adotar esse rigor, antes de mais nada, a mim mesmo e por isso mesmo venho a público pedir minhas desculpas por ter sido durante todos esses anos ,desonesto a diminuir o talento de vocês três por pura birra, competição, autoafirmação ou até, vá lá, uma discordância genuína quanto a princípios ideológicos ,políticos e metodológicos. Vocês três fazem parte, queira eu ou não, do meu DNA artístico e afetivo, do meu imaginário poético e são sim, artistas muito fora da curva ,tanto na excelência das canções com na criatividade ,na beleza e na inspiração de seus versos. Portanto, peço humildemente o perdão de vocês, Caetano ,Gil e Chico. Sendo assim, desde então , livre para vos amar ,admirar e respeitar, voltemos à vaca fria, a esse momento grave de colapso de governo ,de ódio generalizado entre os brasileiros. Caetano ,me corrija se eu estiver errado, mas ao observar seu posicionamento sobre as passeatas e os movimentos sociais notei na sua mímica( mais até no que você dizia)uma angústia cravada de dúvidas em relação a essa torrente de acontecimentos insólitos, surpreendentes a nos deixar atônitos e desnorteados. E havemos de acrescer de mais angústia ainda ao contabilizá-la, uma vez que o programa já havia sido gravado duas semanas antes! Ou seja, há priscas eras ,quando nossas preocupações ainda eram criancinhas de pré primário diante das atuais! E a grande preocupação atual é o fato de todos nós sermos forçados a concordar sem a menor sombra de dúvida que esse governo já não vigora mais como tal , que ele mesmo se deliquesceu no esplendor duvidoso de sua ruína moral, arrastado para a seara da pura e simples criminalidade e que será necessário de agora em diante muita serenidade ,sabedoria e união de todos nós para recomeçar tudo de novo. A minha proposta é simples e singela: nos concedermos a oportunidade de revermos nossos pontos de vista ,nossas metas, de conversarmos como pessoas crescidas que estão nessa luta por um Brasil mais justo, cada um a sua maneira, com toda disposição de melhorar as condições do país em todos os sentidos. Começaríamos, como não poderia deixar de ser, pela nossa classe que tanto precisa ser reavaliada, repensada e reorganizada não somente entre as nossas relações pessoais enquanto colegas mas como também nas políticas culturais.( ou não) Quem sabe ,nesse momento sombrio esteja, justamente a nossa brecha cósmica de mudanças de paradigmas nefastos tão profundamente enraizados em nossas almas, em nosso imaginário e principalmente ,em nossa forma de agir. E que ironia do destino, numa data tão emblemática como esses idos de março, num fechamento de ciclo iniciado em 64 que se prenuncia ameaçador latejando em nossos corações como uma tempestade a nos colher de hora marcada ,seja agora o instante de rechaçarmos de vez essa tenebrosa repetição de padrão que nos condenaria para todo o sempre a criaturas imunes aos efeitos da tentativa e erro. Está em nossas mãos ,enquanto artistas sempre com forte penetração no coração da alma brasileira, não permitir que sejamos reféns de nossa inépcia, de nossas paixões, dos nossos cacoetes e de nossa vaidade. Quem sabe ,nessa hora das mais escuras, seja esse o momento de erradicarmos para sempre aquelas vicissitudes mesquinhas do que ( não) entendemos por esquerda e direita, sobre o que é desigualdade e quais suas causas em suas mazelas reais? Quem sabe ,tenha chegado o esperado momento em que finalmente deixemos de ser essa província de terrores brandos e esmaecidos por nossa fantasia delirante de teimar ser um povo macunaimicamente escolhido nos condenando ao parasitismo, ao clientelismo, ao coronelato e a ideólogos cretinos a nos conduzir por toda eternidade? Quem sabe seja nessa hora amarga de desmoronamentos de sonhos e anseios, o terreno mais fértil para nos ouvirmos e nos desfrutarmos com mais proveito ,com mais sabor e daí surgir um oceano de novas revelações? Portanto, meus caros amigos, clamo a vocês ,de todo o coração, para que conversemos, discutamos, discordemos que seja, mas encaremos essa crise com determinação e confiança em cada um de nós, para que possamos descortinar novos horizontes com a real possibilidade da elaboração de novas formas de pensar e agir para fazer valer a pena tantas décadas de erros infantis, sempre com a certeza de sermos homens de boa vontade, que sob os mais variados vieses de pensamento ,queremos mais justiça, mais fartura, mais amor, progresso a paz nessa terra tão devastada por paixões e cacoetes infrutíferos . A hora é essa, meus caros amigos, recebam pois o meu amor ,meu carinho e respeito convictos de que haverá em mim uma criatura plena de vontade de cooperar com humildade e dedicação por um Brasil melhor e que não há razão nem espaço para conflitos ,convulsões sociais nem revoluções .Nossa transformação será através do crédito moral, do afeto e dessa nova aliança que, tenho fé, permeará esse novo e maravilhoso Brasil que se vislumbra. Topam? Um beijo pra vocês três. Love ,Love, Love ! Lobão(Sp.27 de março de 2016)

TUDO SOBRE PLANO DE SAÚDE

NO QUE SE TRANSFORMOU A OAB ... Até mesmo a defensoria pública se envolveu apresentando queixa crime, não redigida em computador da instituição

comentários

ONG BRAZIL NO CORRUPT, PEÇO PARA QUE COMPARTILHE O VÍDEO, SE INSCREVA NO CANAL E DEIXE SEU LINK MUITO OBRIGADO 
Maçons chegam a Brasília. Uma comitiva com centena de maçons chegou em Brasília vindo de vários estados brasileiros, para representar o povo pedindo um fim a e...

PROCESSO RP Nº 766460

Lei Rouanet Denunciada na Procuradoria da República

BRAZIL NO CORRUPT

Compartilhada publicamente  -  01:3

Ações judiciais por falta de pagamento de condomínio sobem 28% em SP

globoplay.globo.com

Síndicos renegociam contratos para cortar custos e impedir alta da taxa. Associação defende que dívida seja cobrada amigavelmente.

 

 

BRAZIL NOCORRUPT

Compartilhada publicamente  -  18:33

 

INTERESSE NA CAUSA http://twixar.me/lzj

Arquivos de Audio (click para ouvir)

O que diz o Sindico da ...

lnkd.in

 

Arquivos de Audio (click para ouvir). O que diz o Sindico da Galdino Pimentel. Interesse na Causa. Assistencia Juridica paga pelos moradores. Assembleias

PT aparelhou TSE, TCU, PGR, STJ, STF, OAB, CNBB, UNE… Só o IMPEACHMENT de Dilma ressuscitará a democracia

Resumão do dia em notas e tuitadas infladas, após uma tarde longe do computador [volto já, com a nova investida de Gilmar Mendes]:

– Nestor Cerveró pode entregar Lula. Pedro Corrêa, além de ex-ministros petistas, pode entregarDilma. Rodrigo Janot pode recusar (ou filtrar) ambas as delações. Façam suas apostas.

– Janot apontou empresa fantasma (sem estrutura nem empregados) usada por Collor, mas arquivou pedido de investigação da gráfica fantasma da campanha de Dilma. O procurador só encontra o que quer.

– A Polícia Federal indiciou José Dirceu e João Vaccari Neto por formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e mais uma porção de crimes. Maria do Rosário (PT-RS), que defendeu ambos os comparsas na CPI, poderá levar comidinha a suas celas.

– A PF concluiu que os recursos desviados da Petrobras para a empresa de Dirceu, JD Consultoria, foram usados para “pagamento de empregados, despesas de filhos e ex-mulheres, assim como toda a ‘guerrilha’ midiática à época do julgamento do MENSALÃO que visava desqualificar as autoridades” (…), “como por exemplo com o pagamento de R$ 120.000,00 para LEONARDO ATTUCH, por meio da EDITORA 247 LTDA”, responsável pelo site petista Brasil 247, que continua me matando de orgulho por ter-lhe dado anos atrás o apelido de Brasil 171.

– A única atividade desenvolvida pela JD “era albergar uma esquadra de jornalistas voltados a polir a imagem do ora investigado e seu grupo político”. Incrivelmente, não há menções a Maria do Rosário.

– Delatores Julio Camargo e Augusto Mendonça confirmaram propina e participação da Odebrecht no Clube do Bilhão. Na CPI da Petrobras, Marcelo Odebrecht não quis comentar (porque bilhão é coisa pouca).

– Questionado se tinha intenção de fechar um acordo de delação premiada, Marcelo deu o exemplo de suas filhas quando brigam e ele pergunta quem provocou a briga. “Eu talvez brigasse mais com quem dedurou do que com quem fez o fato”, disse o empresário. Mistura de confissão, recado e ameaça?

– Regra número 1 do manual de conduta e moralidade da Odebrecht: não dedurar os chefes.

– Marcelo Odebrecht ainda tenta se safar da prisão e está confiante de que o STJ vai lhe dar um habeas corpus, em decorrência do golpe que denunciei aqui e aqui. Caso não consiga e entre na fase de amenizar a pena, seu pai analisará se o Brahma tem sido um bom operário.

– Na tribuna do Senado, Lindbergh Farias (PT-RJ) defendeu o lobby de Lula no exterior como gerador de empregos. De fato, gerou milhões da Odebrecht para o Brahma.

– Opositores entregaram uma carta ao presidente do Congresso, Renan Calheiros, pedindo que devolvesse ao governo o projeto de Orçamento para 2016, com previsão (maquiada) de déficit de R$ 30,5 bilhões: “A oposição não pactuará com a elevação da carga tributária que penalize o setor produtivo e/ou os trabalhadores, tampouco com a subtração de direitos trabalhistas”, diz o documento.

“Eu não cogito devolver a proposta orçamentária. É papel do Congresso melhorá-la, dar qualidade a ela e sugerir caminhos para a superação do déficit fiscal”, disse o aliado Renan à imprensa. Que surpresa. Resta à oposição ir ao Supremo para surpreender-se de novo.

– Capa do Estadão desta terça-feira (1): “Déficit faz Dilma buscar apoio para elevar impostos”. Sim: é a busca de comparsas para assaltar você.

– Dilma encurrala o brasileiro: se ele quer tomar um porre para esquecer o desemprego, a bebida é mais cara por causa do “Imposto da Pinga”; se ele quer fugir do Brasil, o dólar é R$ 3,70.

– O procurador Julio Marcelo, do TCU, repetiu que Dilma se “beneficiou eleitoralmente” com pedaladas fiscais.

“Essa mudança de panorama de agosto para outubro, na opinião do ministério público, caracteriza um dolo evidente de manifestar uma situação fiscal irreal no período pré-eleitoral e só trazer a realidade após o período eleitoral”.

O PT aparelhou parcial ou completamente TSE, TCU, PGR, STJ, STF, OAB, CNBB, UNE etc. Só o impeachment de Dilma poderá ressuscitar a democracia no Brasil.

– Eduardo Cunha, após encontro com a petista, declarou: “Todos nós estamos dispostos a ajudar o país. As instituições têm de estar presentes para isso”. Sim: para cumprir a lei do impeachment.

– Quem duvida que Dilma tenha oferecido a Cunha a rejeição da denúncia no STF em troca da desistência do impeachment? Com o PT, todo acordão é possível.

– Advogados de Cunha pediram mais tempo para apresentar a defesa ao Supremo. Aprenderam com Dilma Rousseff.

– Não falei que teatrinho de FHC contra o PT dura pouco? Já está dizendo que foi mal interpretado quando pediu renúncia. Um amarelão incurável.

– O ator Alexandre Nero interpreta, em “A regra do jogo”, um socialista defensor de bandido, que é bandido também. É a parte realista da nova novela da Globo.

Ontem às 18:08 · Editado ·

NÃO TEMOS MEDO DE AMEAÇAS DE VERMELHOS – VENHAM QUE VÃO SER RECEBIDOS A BALA

O governo Petista, vermelho, quando açambarcou o poder, idealizou formula mágica para esvaziar os cofres públicos, em busca de compra de votos, partidos, entidades, inclusive, colocando em postos chaves pessoas especializadas nessas atividades ilícitas. A grande maioria dos indicados são corruptos, sejam eles políticos, magistrados, tecnocratas, ou seja não estão ali para trabalhar, mas sim para ROUBAR, lavar dinheiro, e maquiar situações. COM isso em 12 anos acabaram com o BRASIL, e com nossa honra e dignidade.
Ontem um marginal que diz representar uma entidade vermelha e junto a PRESIDENTA, acenou por pegar em armas. ISSO porque os “aliados” dos PETISTAS tiraram as armas do povo, deixando-os vulnerável.

A NOSSA RESPOSTA já que nossas autoridades não prenderam ainda o MARGINAL por apologia ao crime e incitar as classes proletárias a luta armada, (é um terrorista) é que nós da BRAZIL NO CORRUPT não vamos aceitar VAGABUNDOS NENHUM EM JEEPS ARMADOS “A LA VENEZUELA” impondo medo e tentando implantar aqui o TERRORISMO que a DILMA um dia plantou com seus aliados, e VAMOS defender o BRASIL, extirpar esse CÂNCER CHAMADO PT, e enquadrar esses ladrões assassinos, nas leis da SEGURANÇA NACIONAL e buscar o fuzilamento dos marginais.

A direita abraça a rede

A ascensão dos grupos conservadores nas redes sociais – da revolta “pop” ao uso de perfis fake e robôs importados da campanha eleitoral

Representação contra Lula

radarnews.info

Já circula pelas redes sociais a divulgação da data de um novo protesto contra a presidente Dilma Rousseff (PT). A ONG Brazil No Corrupt que defende o impeachment da presidente, marcou uma nova manifestação para o dia 12 de abril, um domingo. Uma imagem com a frase "12/04 Vai ser maior", já circula por diversos grupos do WhatsApp, aplicativo de troca instantânea de mensagens. O objetivo do grupo é, novamente, realizar um ato de proporções nacionais...

quinta-feira, 2 de abril de 2015

14:21 \ Sem categoria

Lula encantado

A missão é atacar Moro

Lula sempre simpatizou com Wadih Damous, desde os tempos do julgamento do mensalão (leia mais aqui), mas a obsessão em abrir uma vaga para ele na bancada petista na Câmara teve início no fim de fevereiro, no ato em defesa da Petrobras no Rio de Janeiro, aquele em que Lula conclamou o exército do MST.

Naquele dia, Damous discursou e defendeu que as delações premiadas equivaliam ao que se arrancava dos presos na ditadura, com a tortura – uma maluquice completa, mas a liberdade de expressão serve também para que se fale bobagem. Lula ficou encantado.

E pediu a Wadih que comece a preparar o arsenal para chegar à Câmara atacando a Lava-Jato e Sérgio Moro.

Por Lauro Jardim

terça-feira, 31 de março de 2015

8:03 \ Partidos

Lula quer Wadih

Damous, defesa incondicional

Lula determinou ao PT que seja aberta uma vaga na Câmara dos Deputados para que Wadih Damous, ex-presidente da OAB do Rio de Janeiro, assuma uma vaga de suplente. Damous é o primeiro suplente do PT do Rio de Janeiro.

Lula vê em Damous a disposição de defender o governo sem medo, algo que, na avaliação dele, tem faltado à bancada petista – de fato, Damous foi dos primeiros petistas roxos a falar com mensalão com “A470?, que depois virou o nome de guerra dos governistas para definir os mensaleiros e suas mensalices, e é daqueles petistas capazes de acharem que o escândalo na Petrobras é resultado de desvios feitos por alguns funcionários.

A ideia é convencer Luiz Fernando Pezão a alocar Benedita da Silva em alguma secretaria do governo do estado.

Por Lauro Jardim

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

12:29 \ Brasil

Em busca de cargos

Wadih: derrotado nas urnas em 2014

Petistas ligados a José Dirceu trabalham, com o aval do chefe, para emplacar o advogado Wadih Damous, candidato derrotado do partido a deputado federal pelo Rio de Janeiro em outubro, como o novo Secretario Nacional de Justiça.

A turma quer recompensar Damous por ter endossado a tese de Dirceu de que o julgamento do mensalão foi político, e de que o STF foi pressionado a condená-lo.

Por Lauro Jardim

segunda-feira, 8 de julho de 2013

12:22 \ Brasil

Em campanha

Dirceu: homenageado

Condenado por corrupção de outros crimes, José Dirceu foi homenageado num jantar na quinta-feira passada, no Rio de Janeiro, pelo presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos da OAB, WadihDamous.

Candidato a deputado federal pelo PT em 2014, Damous, quer o apoio de Dirceu – ainda que, se tudo correr conforme o previsto, Dirceu terá que ajudar Damous a ganhar votos a partir da prisão.

O presidente da OAB-RJ, Felipe Santa Cruz, foi convidado para o jantar, mas não compareceu.

Por Lauro Jardim

Famosos postam vídeo no Instagram chamando para protesto no dia 15

12/03/2015 22h23 - Atualizado em 12/03/2015 23h16

Milhares de brasileiros são esperados nas ruas de algumas das principais cidades do país no próximo dia 15, contra o governo de Dilma Rousseff. O Vem Pra Rua está usando as redes sociais para mobilizar multidões de várias classes sociais, credos e ideologias políticas. Nesta quinta-feira (12) foi a vez dos artistas se manifestarem e chamarem seus seguidores. Os vídeos no Instagram estão sendo replicados por formadores de opinião. "Gente corajosa. Que não se omite . Essa é a elite branca (que pode ser negra, de olho puxado, mulata, cafuza ou mameluca) mas que tem o coração verde e amarelo", diz um dos posts.

Caio Castro, Marcelo Serrado, Alessandra Maestrini, Marcio Garcia, Malvino Salvador, Kadu Moliterno, entre tantos, gravaram seus protestos. 

Em São Paulo, Ronaldo Fenômeno confirmou presença e Wanessa Carmargo também. 

"Vocês que vão julgar. Dia 15 você pode começar a mudar essa situação. Se muitas pessoas têm medo de se posicionar, esses artista não. Chega de ser julgado como elite branca. Somos todos trabalhadores. Os burros que puxam as carroças para os incompetentes e ineficientes. Mas cada dia essas carroças estão mais pesadas. Os burros não vão aguentar mais", escreveu o empresário José Victor Oliva ao postar o vídeo de Marcelo Serrado.

Enquanto Dilma nega realidade na TV, Brasil protesta

Enquanto presidente usa pronunciamento de rádio e TV para se explicar sobre crise econômica, brasileiros vão às ruas e promovem panelaço contra discurso de tom eleitoral em São Paulo, Rio, Brasília e Belo Horizonte

08/03/2015 às 21:20 - Atualizado em 08/03/2015 às 23:53

Dilma fala em cadeia de rádio e TV no Dia Internacional da Mulher - 08/03/2015(Reprodução/VEJA)

Em meio à maior crise política do Brasil desde o escândalo do mensalão, a presidente Dilma Rousseff recorreu na noite deste domingo a um pronunciamento em cadeia nacional de televisão para dizer o que muitos brasileiros demonstraram não ter mais paciência para ouvir. Nas ruas dos maiores Estados do país - São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, além de Brasília - e nas redes sociais, a população protestou enquanto a petista falava na TV com 'buzinaço', críticas e gritos pedindo sua saída do cargo. Foi um "aperitivo" do que o país deverá vivenciar no próximo dia 15 de março, quando estão agendados protestos nas cinco regiões contra a presidente.

Com raras aparições desde que foi reeleita na mais acirrada disputa presidencial desde a redemocratização do país, Dilma usou uma data internacional - Dia da Mulher - para ir à TV. Mas, como tem feito desde 2014, aproveitou para transformar o espaço num palanque eleitoral fora de época e usar os 16 minutos na tela se defender do lamaçal de denúncias que atinge o Palácio do Planalto, o PT e os partidos satélites da coalizão governista, agravados com a chegada da crise do petrolão à classe política.

Reação ao pronunciamento de Dilma na TV

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Foi a o primeiro pronunciamento de Dilma Rousseff em cadeia de rádio e televisão em seu novo mandato. Alheia à gravidade das crises econômica e política que atingem seu governo, Dilma mencionou o ajuste fiscal proposto pelo governo e o maior propinoduto da história brasileira, que sangrou a Petrobras. Ainda ecoando o discurso eleitoral contra os "pessimistas" - embora os protestos nas ruas e nas redes sociais não tenham sido organizados por nenhum partido --, a presidente afirmou: "Se toda vez que enfrentamos uma dificuldade pensarmos que o mundo está acabando ou que precisamos começar tudo do zero, só faremos aumentar nossos problemas", disse.

Ao tratar da corrupção, a presidente falou de "fortalecimento moral e ético" e tentou vender a imagem de que seu governo é responsável pelas investigações. "É isso, por exemplo, que vem acontecendo na apuração ampla, livre e rigorosa dos episódios lamentáveis contra a Petrobras".

Quando defendeu o ajuste fiscal adotado para resolver problema que ela mesma criou, Dilma afirmou que é preciso paciência e prometeu que "um tempo melhor" chegará em breve: "O esforço fiscal não é um fim em sim mesmo, é apenas a travessia para um tempo melhor que vai chegar rápido e de forma ainda mais duradoura".

Ciente da revolta que gerou os reajustes na conta de luz e a volta da inflação, Dilma disse que a população tem o "direito de se irritar", mas que o "aumento e o sacrifício" são "temporários". "Peço paciência e compreensão porque essa situação é passageira."

Dilma também reservou espaço para dar sua contribuição à chamada "batalha da Comunicação", encampando a campanha bolivariana do Partido dos Trabalhadores contra a imprensa livre. Ela criticou os jornais e tentou dar sua versão dos fatos, ainda que elas sejam reeditadas da campanha de 2014. A presidente disparou frases como "os noticiários confundem mais que esclarecem" e disse que o país "nem de longe está vivendo uma crise na dimensão que dizem alguns". Segundo Dilma, as críticas ao governo são "injustas e desmesuradas". Nas redes sociais, o Planalto e o PT, que já haviam detectado a organização do "Fora Dilma", convocaram uma reação para tentar abafar o clamor popular.

Para justificar o ajuste fiscal, ela afirmou que o Brasil agora começa uma segunda etapa de combate à crise econômica mundial, mais uma vez resgatando o argumento de que esta foi a pior da história depois da quebra da Bolsa de Nova York, em 1929. Ela se referia à crise de 2008 e retomou uma escusa que pouco explica: "Não havia como prever que a crise internacional demoraria tanto".

A presidente citou medidas como a redução de subsídios ao crédito, desoneração de impostos dentro dos limites suportáveis e novas concessões e parceiras com o setor privado. Disse que o governo federal projeta uma "primeira reação" no segundo semestre deste ano, mas avisou: "Esse processo vai durar o tempo que for necessário para reequilibrar a nossa economia."

Em mais uma afirmação descolada da realidade, Dilma jurou respeitar promessas que já descumpriu. "Não vamos trair nossos compromissos com os trabalhadores e com a classe média nem deixar que desapareçam suas conquistas e seus direitos".

O fim do discurso, em um tom emocional e com uma trilha sonora musical de fundo, a presidente pregou o otimismo: "O Brasil é maior do que tudo isso e já mostrou muitas vezes ao mundo como fazer melhor e diferente".

Tuíte do Movimento Brasil no Corrupt contra Dilma, feito durante pronunciamento da presidente no rádio e na TV em 8 de março(VEJA.com/VEJA)

Leia a íntegra do pronunciamento da presidente no Dia Internacional da Mulher

Meus queridos brasileiros, e, muito especialmente, minhas queridas brasileiras.

Hoje é o Dia Internacional da Mulher. Falar com vocês mulheres - minhas amigas e minhas iguais - é falar com o coração e a alma da nossa grande nação. Ninguém melhor do que uma mãe, uma dona de casa, uma trabalhadora, uma empresária, é capaz de sentir, em profundidade, o momento que um país vive.

Mas todos sabemos que há um longo caminho entre sentir e entender plenamente. É preciso, sempre, compartilharmos nossa visão dos fatos. Os noticiários são úteis, mas nem sempre são suficientes. Muitas vezes até nos confundem mais do que nos esclarecem. As conversas em casa, e no trabalho, também precisam ser completadas por dados que nem sempre estão ao alcance de todas e de todos.

Por isso, eu peço que você - e sua família - me ouçam com atenção. Tenho informações e reflexões importantes que se compartilhadas vão ajudá-los a entender melhor o momento que passamos. E a renovar a fé e a esperança no Brasil! É uma boa hora para que eu tenha uma conversa, mais calma e mais íntima, com cada família brasileira - e faça isso com a alma de uma mulher que ama seu povo, ama seu país e ama sua família.

Vamos começar pelo mais importante: o Brasil passa por um momento diferente do que vivemos nos últimos anos. Mas nem de longe está vivendo uma crise nas dimensões que dizem alguns. Passamos por problemas conjunturais, mas nossos fundamentos continuam sólidos. Muito diferente daquelas crises do passado que quebravam e paralisavam o país.

Nosso povo está protegido naquilo que é mais importante: sua capacidade de produzir, ganhar sua renda e de proteger sua família. As dificuldades que existem - e as medidas que estamos tomando para superá-las - não irão comprometer as suas conquistas. Tampouco irão fazer o Brasil parar ou comprometer nosso futuro.

A questão central é a seguinte: estamos na segunda etapa do combate à mais grave crise internacional desde a grande depressão de 1929. E, nesta segunda etapa, estamos tendo que usar armas diferentes e mais duras daquelas que usamos no primeiro momento.

Como o mundo mudou, o Brasil mudou e as circunstâncias mudaram, tivemos, também, de mudar a forma de enfrentar os problemas. As circunstâncias mudaram porque além de certos problemas terem se agravado - no Brasil e em grande parte do mundo -, há ainda a coincidência de estarmos enfrentando a maior seca da nossa história, no Sudeste e no Nordeste.

Entre muitos efeitos graves, esta seca tem trazido aumentos temporários no custo da energia e de alguns alimentos. Tudo isso, eu sei, traz reflexos na sua vida. Você tem todo direito de se irritar e de se preocupar. Mas lhe peço paciência e compreensão porque esta situação é passageira. O Brasil tem todas as condições de vencer estes problemas temporários - e esta vitória será ainda mais rápida se todos nós nos unirmos neste enfrentamento.

Peço a vocês que nos unamos e que confiem na condução deste processo pelo governo, pelo Congresso, e por todas as forças vivas do nosso país - e uma delas é você!

Queremos e sabemos como fazer isso, distribuindo os esforços de maneira justa e suportável para todos. Como sempre, protegendo de forma especial as classes trabalhadoras, as classes médias e os setores mais vulneráveis.Temos compromissos profundos com o futuro do país e vamos continuar cumprindo, de forma inabalável, estes compromissos.

Minhas amigas e meus amigos,

A crise afetou severamente grandes economias, como os Estados Unidos, a União Europeia e o Japão. Até mesmo a China, a economia mais dinâmica do planeta, reduziu seu crescimento à metade de suas médias históricas recentes. Alguns países estão conseguindo se recuperar mais cedo.

O Brasil, que foi um dos países que melhor reagiu em um primeiro momento, está agora implantando as bases para enfrentar a crise e dar um novo salto no seu desenvolvimento. Nos seis primeiros anos da crise, crescemos 19,9%, enquanto a economia dos países da Zona do Euro, caiu 1,7%.

Pela primeira vez na história, o Brasil ao enfrentar uma crise econômica internacional não sofreu uma quebra financeira e cambial. O mais importante: enquanto nos outros países havia demissões em massa, nós aqui preservamos e aumentamos o emprego e o salário. Se conseguimos essas vitórias antes, temos tudo para conseguir novas vitórias outra vez. Inclusive, porque decidimos, corajosamente, mudar de método e buscar soluções mais adequadas ao atual momento. Mesmo que isso signifique alguns sacrifícios temporários para todos e críticas injustas e desmesuradas ao governo.

Na tentativa correta de defender a população, o governo absorveu, até o ano passado, todos os efeitos negativos da crise. Ou seja: usou o seu orçamento para proteger integralmente o crescimento, o emprego e a renda das pessoas. Realizamos elevadas reduções de impostos para estimular a economia e garantir empregos. Ampliamos os investimentos públicos para dinamizar setores econômicos estratégicos. Mas não havia como prever que a crise internacional duraria tanto. E, ainda por cima, seria acompanhada de uma grave crise climática. Absorvemos a carga negativa até onde podíamos e agora temos que dividir parte deste esforço com todos os setores da sociedade.

É por isso que estamos fazendo correções e ajustes na economia. Não é a primeira vez que o Brasil passa por isso. Em 2003, no início do governo Lula, tivemos que tomar medidas corretivas. Depois tudo se normalizou e o Brasil cresceu como poucas vezes na história. São medidas para sanear as nossas contas e, assim, dar continuidade ao processo de crescimento com distribuição de renda, de modo mais seguro, mais rápido e mais sustentável.

Você que é dona de casa ou pai de família sabe disso. Às vezes temos de controlar mais os gastos para evitar que o nosso orçamento saia do controle. Para garantir melhor nosso futuro. Isso faz parte do dia a dia das famílias e das empresas. E de países também. Mas estamos fazendo de forma realista e da maneira mais justa, transparente e equilibrada possível. As medidas estão sendo aplicadas de forma que as pessoas, as empresas e a economia as suportem. Como é preciso ter equidade, cada um tem que fazer a sua parte. Mas de acordo com as suas condições.

Foi por isso, que começamos cortando os gastos do governo, sem afetar fortemente os investimentos prioritários e os programas sociais. Revisamos certas distorções em alguns benefícios, preservando os direitos sagrados dos trabalhadores. E estamos implantando medidas que reduzem, parcialmente, os subsídios no crédito e também as desonerações nos impostos, dentro de limites suportáveis pelo setor produtivo.

Estamos fazendo tudo com equilíbrio, de forma que tenhamos o máximo possível de correção com o mínimo possível de sacrifício. Este processo vai durar o tempo que for necessário para reequilibrar a nossa economia. Como temos fundamentos sólidos e as dificuldades são conjunturais, esperamos uma primeira reação já no final do segundo semestre deste ano.

Mais importante, no entanto, do que a duração destas medidas será a longa duração dos seus resultados e dos seus benefícios. Que devem ser perenes no combate à inflação e na garantia do emprego. Que devem ser permanentes na melhoria da saúde, da educação e da segurança pública.

As medidas serão suportáveis porque além de sermos um governo que se preocupa com a população, temos hoje um povo mais forte do que nunca. O Brasil tem hoje mais qualificação profissional, mais infraestrutura, mais oportunidades de estudar e mais empreendedores. Somos a 7a economia do mundo. Temos 371 bilhões de dólares de reservas internacionais. 36 milhões de pessoas saíram da miséria e 44 milhões foram para a classe media. Quase dez milhões de brasileiras e brasileiros são hoje micro e pequenos empreendedores. E continuamos com os melhores níveis de emprego e salário da nossa história.

Minhas amigas e meus amigos,

O que tenho de mais importante a garantir, hoje, vou resumir agora.

Primeiro: o esforço fiscal não é um fim em si mesmo. É apenas a travessia para um tempo melhor, que vai chegar rápido e de forma ainda mais duradoura.

Segundo: não vamos trair nossos compromissos com os trabalhadores e com a classe média, nem deixar que desapareçam suas conquistas e seus direitos.

Terceiro: não estamos tomando estas medidas para voltarmos a ser iguais ao que já fomos. Mas, sim, para sermos muito melhores.

Quarto: durante o tempo que elas durarem, o país não vai parar. Ao contrário, vamos continuar trabalhando, produzindo, investindo e melhorando.

As coisas vão continuar acontecendo. Junto com as novas medidas, estamos mantendo e melhorando os nossos programas. Entregando grandes obras. Nossas rodovias e ferrovias, nossos portos e aeroportos continuarão sendo melhorados e ampliados.

Para isso, vamos fazer, ainda este ano, novas concessões e firmar novas parcerias com o setor privado. Incluímos - e vamos continuar incluindo - milhões e milhões de brasileiros. Mas agora a inclusão tem que se dar, sobretudo, pelo acesso a melhores oportunidades e a serviços públicos de maior qualidade.

Este esforço tem que ser visto como mais um tijolo, no grande processo de construção do novo Brasil. Esta construção não é só física, mas também espiritual. De fortalecimento moral e ético.

Com coragem e até sofrimento, o Brasil tem aprendido a praticar a justiça social em favor dos mais pobres, como também aplicar duramente a mão da justiça contra os corruptos. É isso, por exemplo, que vem acontecendo na apuração ampla, livre e rigorosa nos episódios lamentáveis contra a Petrobras.

Minhas amigas mulheres homenageadas neste dia,

Por último, quero anunciar um novo passo no fortalecimento da justiça, em favor de nós, mulheres brasileiras. Vou sancionar, amanhã, a Lei do Feminicídio que transforma em crime hediondo, o assassinato de mulheres decorrente de violência doméstica ou de discriminação de gênero. Com isso, este odioso crime terá penas bem mais duras. Esta medida faz parte da política de tolerância zero em relação à violência contra a mulher brasileira.

Brasileiros e brasileiras,

É assim, com medidas concretas e corajosas, em todas as áreas, que vamos, juntos, melhorar o Brasil. É uma tarefa conjunta de toda sociedade, mulheres e homens. Tenho certeza que contará com a participação decisiva do Congresso Nacional, que sempre cumpriu com seu papel histórico nos momentos em que o Brasil precisou.

Temos que encarar as dificuldades em sua real dimensão e encontrar o melhor caminho de resolvê-las. Pois, se toda vez que enfrentarmos uma dificuldade pensarmos que o mundo está acabando - ou que precisamos começar tudo do zero - só faremos aumentar nossos problemas.

Precisamos transformar dificuldades em soluções. Problemas temporários em avanços permanentes.

O Brasil é maior do que tudo isso e já mostrou muitas vezes ao mundo como fazer melhor e diferente. Mais que nunca é hora de acreditar em nosso futuro. De sonhar. De ter fé e esperança.

Viva a mulher brasileira! Viva o povo brasileiro. Viva o Brasil!

Obrigada e boa noite.


Segunda, 09 de Março de 2015 - 07:00

Pronunciamento de Dilma em rede nacional causa vaias e buzinaços em 12 capitais do país

Dilma fala em cadeia de rádio e TV no Dia Internacional da Mulher - 08/03/2015

O pronunciamento da presidente Dilma Roussef (PT), em rede nacional de rádio e televisão, por ocasião do Dia Internacional da Mulher, neste domingo (8), causou reações negativas em algumas capitais do país. Durante a fala da petista, que durou cerca de 15 minutos, houve o registro de vaias em residências  e motoristas fazendo buzinaços em cidades como São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba e Salvador. Vídeos publicados na internet mostram a ação da população xingando e batendo panelas, em reprovação ao discurso da presidente. Em meio aos gritos é possível ouvir palavras de ordem como "Fora, Dilma!" e "Fora, PT!". Nas redes sociais, a "ONG Brazil No Corrupt" organizou a manifestação contra a presidente durante seu pronunciamento em rede nacional. "Chame seus amigos da escola, os brothers do bar, os vizinhos o condomínio. Pisque as luzes de sua casa e vamos vaiar muito durante o pronunciamento. Filme com seu celular ou câmera e divulgue", diz um texto publicado no Twitter horas antes da fala de Dilma no rádio e na TV. O perfil autor do post também organiza atos programados para o próximo domingo (15) , em diversas cidades do país, para pedir o impeachment da presidente. No pronunciamento, Dilma defendeu os ajustes fiscais adotados por sua equipe econômica e pediu o apoio da população e do Congresso para a implantação das medidas. Confira trecho do protesto realizado:

DILMA TORNA SECRETOS DOCUMENTOS QUE LIGAM LULA A ODEBRECHT

Publicado: 17 de junho de 2015 às 09:34

TELEGRAMAS ESTÃO ENTRE OS 760 DOCUMENTOS DO ITAMARATY, SOBRE LULA E/OU ODEBRECHT QUE AGORA SÃO "SIGILOSOS" OU "SECRETOS". (FOTO: ABR)

A presidente Dilma tornou “secretos e reservados” cerca de 760 documentos envolvendo a empreiteira Odebrecht, uma das empreiteiras investigadas na Operação Lava-Jato e a que mais foi beneficiada pelos financiamentos do BNDES no exterior.

O sigilo do governo abrange o período em que a empresa começou a pagar viagens ao exterior do ex-presidente Lula, investigado pelo Ministério Público Federal por sua atuação como lobista da empreiteira. Alguns documentos poderão ficar “secretos” até o ano de 2030.

De acordo com o site da revista Época, o Itamaraty decretou o segredo por até 15 anos de pelo menos 141 documentos secretos e 619 reservados que citam a Odebrecht — apenas no governo Dilma.

Os dados foram prestados pelo diretor de Comunicação e Documentação, João Pedro Costa, após uma consulta da revista por meio da Lei de Acesso à Informação. Costa foi o mesmo diplomata que sugeriu, por meio de memorando à Subsecretaria Geral da América do Sul, Central e do Caribe (Sgas), que fossem postos em segredo, por até dez anos, documentos inicialmente classificados como reservados (sigilo de cinco anos) e que, pela lei, já deveriam ser públicos. Os papéis citam a Odebrecht no governo Lula.

Os 760 documentos sigilosos que falam sobre a Odebrecht no governo Dilma, a partir de 2011, continuarão em segredo.

Lava Jato: Itamaraty quer impedir divulgação de documentos que ligam Lula à Odebrecht

Jornal tem acesso a memorando em que ministério pede sigilo a dados que são públicos

Do R7

O Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) pretende evitar a divulgação de documentos públicos que ligam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à empreiteira Odebrecht, investigada na Operação Lava Jato da PF (Polícia Federal). Reportagem do site do jornal O Globo desta sexta-feira (12) informa que a ordem surgiu após pedido de um jornalista com base na Lei de Acesso à Informação.

A determinação partiu do diretor do DCD (Departamento de Comunicações e Documentação) da pasta, ministro João Pedro Corrêa Costa. O diário carioca conseguiu um memorando em que o ministro sugere a colegas transformar documentos sigilosos em “reservados” do ministério que citam a Odebrecht de 2003 a 2010. A lei permite consulta pública a esses documentos.

A lei sancionada por Dilma Rousseff em 2012 prevê que os documentos “reservados” perdem o sigilo em cinco anos e, no ofício do ministério, o diretor sugere a reclassificação em “secreto”, o que amplia o prazo para divulgação para 15 anos. Assim, o prazo para divulgação ainda seria de dez anos.

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O pedido aos documentos, via Lei de Acesso à Informação, foi feito pelo jornalista Filipe Coutinho, da revista Época. Ele queria acesso aos despachos e telegramas reservados do Itamaraty que citam a Odebrecht e, por causa do prazo, deveriam ser públicos.

O repórter não se refere a Lula no pedido de informações ao ministério. Porém, o próprio ministro sugere a reanálise dos documentos antes de atender ao pedido do repórter.

— Nos termos da Lei de Acesso, estes documentos já seriam de livre acesso público. Não obstante, dado ao fato de o referido jornalista já ter produzido matérias sobre a empresa Odebrecht e um suposto envolvimento do ex-presidente Lula em seus negócios internacionais, muito agradeceria a Vossa Excelência reavaliar a anexa coleção de documentos e determinar se há, ou não, necessidade de sua reclassificação para o grau de secreto.

No final de abril, reportagem da revista Época informou que o Ministério Público investigava "supostas vantagens econômicas obtidas, direta ou indiretamente, da empreiteira Odebrecht pelo ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, entre os anos de 2011 a 2014, com pretexto de influir em atos praticados por agentes públicos estrangeiros, notadamente os governos da República Dominicana e Cuba, este último contendo obras custeadas, direta ou indiretamente, pelo BNDES".

De acordo com a reportagem, o MP acredita que o ex-presidente pode ter exercido influência para obter contratos para empreiteiras do País para obras na República Dominicana e Cuba.

Antes de liberar um documento desclassificado, o governo pode se debruçar sobre o conteúdo para checar se há algum trecho a ser protegido por motivo legal ou que possa violar a intimidade de uma pessoa, segundo a Lei de Acesso à Informação. Quando isso ocorre, o documento pode ser publicado com tarjas nos trechos ainda sensíveis.

Outra opção do órgão é reclassificar o texto para manter o sigilo por mais tempo. Porém, a lei não prevê proteger a imagem de ex-presidentes da República por conta de reportagens jornalísticas — motivo que levou o ministro a pedir a reavaliação dos documentos.

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